Tipo de Teste System Design / Whiteboard

Teste de System Design para avaliar arquitetura de software

Descubra se a pessoa candidata sabe desenhar um sistema que aguenta produção — não só recitar padrões de projeto.

Live
System design — Design a URL shortener
SR
DK
00:24:18
End session
Whiteboard
2 drawing
HTTPSroutereadwrite
Client
Load balancer
APIx3
Cache
DB — shardkey: hash(short_id)
TTL on cache? Discuss eviction policy — LRU vs LFU
Sofia · candidate
Daniel · interviewer
Prompt · from template library
Scale to 100M URLs/day. Cover storage, caching and hot-key mitigation.
Session integrity: clear
Scorecard
Shared live
Architecture & trade-offs5/5
Scalability reasoning4/5
Communication4/5
Architecture captured
Board snapshot saved to the report

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Perguntas Frequentes

O que é a questão de Quadro Branco e para que ela serve?

É um formato de questão em que o candidato responde desenhando: ele recebe um enunciado aberto e monta o diagrama na própria plataforma, com a opção de anexar imagens de apoio. Serve para avaliar o que código não mostra: arquitetura de sistemas, fluxos de dados, desenho de processos, jornadas e integrações. É o formato natural para exercícios de system design em vagas de engenharia, mas funciona igualmente para desenhar um funil de vendas, um fluxo de atendimento ou um processo de negócio em vagas fora de tecnologia.

Dá para avaliar system design sem uma entrevista ao vivo?

Dá, e para a maioria das etapas do funil é a forma mais justa. Na entrevista ao vivo de system design, o candidato desenha sob pressão, com um avaliador olhando, em 45 minutos corridos; parte do que se mede ali é resistência a plateia. No formato assíncrono, ele recebe o cenário, tem o tempo definido pela empresa para pensar e desenhar, e o avaliador revisa quando quiser, quantas vezes quiser, comparando candidatos que responderam exatamente o mesmo problema. A recomendação da Coodesh é combinar o diagrama com uma questão de vídeo ou áudio na mesma avaliação, em que o candidato explica as escolhas: o desenho mostra a solução, a explicação mostra o raciocínio.

O que pedir num bom exercício de system design?

Um cenário com restrições explícitas, porque system design sem restrição não tem resposta errada. Em vez de "desenhe um sistema de mensagens", prefira "desenhe um serviço de notificações para 2 milhões de usuários, com pico de 10 mil envios por segundo, tolerância a atraso de até 1 minuto e orçamento de infraestrutura limitado; indique onde o sistema falha primeiro". As restrições forçam trade-offs, e trade-off é o que diferencia um sênior de alguém que decorou um diagrama de referência. No campo de orientações para revisão, descreva o que uma boa resposta cobre (particionamento, fila, ponto único de falha, custo) para que a revisão siga sempre a mesma régua.

Quem avalia o diagrama e como a nota é definida?

A avaliação é humana, apoiada pelas orientações de revisão definidas na criação da questão: o objetivo do exercício e o método de avaliação ficam registrados junto da questão e orientam tanto o revisor quanto a revisão com apoio de inteligência artificial, quando utilizada. Na prática, o avaliador abre o diagrama, a explicação em vídeo ou áudio se houver, e pontua conforme os critérios. Isso resolve o problema clássico de entrevistas de arquitetura: cada entrevistador valorizar uma coisa diferente. Com critérios escritos, dois avaliadores olham o mesmo diagrama com a mesma régua, e a decisão fica auditável.

O candidato pode desenhar fora da plataforma ou gerar o diagrama com IA e subir a imagem?

Pode tentar, e o desenho da avaliação é o que torna isso inútil. Primeiro, o formato aceita anexar imagens porque há usos legítimos, como fotografar um rascunho em papel; se a empresa quer o desenho feito na plataforma, basta dizer no enunciado que anexos não serão considerados. Segundo, os recursos de integridade da avaliação registram saída da aba, segunda tela e colagens, então o revisor vê se o candidato passou a questão inteira fora da plataforma. Terceiro, e mais eficaz: com uma questão de explicação em vídeo ou entrevista com IA na sequência, quem subiu um diagrama que não desenhou trava na primeira pergunta sobre por que escolheu aquela fila ou onde o sistema quebra sob o dobro de carga. Diagrama bonito sem defesa é sinal, não aprovação.

Para quais cargos e níveis o Quadro Branco faz sentido?

Para engenharia, a partir do nível pleno, quando decisões de arquitetura passam a fazer parte do trabalho, e obrigatório em processos de sênior, staff e liderança técnica, em que o diagrama diz mais que o código. Fora de engenharia, funciona para qualquer cargo cujo trabalho é desenhar sistemas de outra natureza: analistas de processos (fluxos As Is e To Be), product managers (jornadas e arquitetura de funcionalidade), dados (pipelines) e operações. Para júnior de programação, um desafio de código costuma medir melhor; o quadro branco entra quando o que importa é estrutura, não sintaxe.

Posso criar minhas próprias questões de Quadro Branco?

Sim. Em Biblioteca, ao criar uma questão, escolha o tipo Quadro Branco, escreva o título e o enunciado, defina idioma (português, inglês ou espanhol), tempo, nível, peso e habilidades avaliadas, e preencha as orientações de revisão com o objetivo da questão e o método de avaliação. Questões criadas ficam na biblioteca exclusiva da sua empresa, acessíveis apenas ao seu time, e podem ser combinadas com qualquer outro formato numa avaliação. Dá para salvar como rascunho e publicar quando estiver pronta.

A questão de Quadro Branco é monitorada?

Pode ser. Ela herda os recursos de integridade configurados na avaliação: supervisão de saída da guia, tela cheia, detecção de segunda tela, registro de colagens, gravação da navegação e, se ativada, supervisão por webcam. Para exercícios de system design, o conjunto mais útil é supervisão de guias e gravação da navegação, que mostram o processo de construção do diagrama, não só o resultado. Os detalhes de cada recurso estão na página de integridade e proctoring da Coodesh.

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