Tipo de Teste Programação assistido por IA
O candidato programa com um assistente de IA — o mesmo para todos, dentro do ambiente da avaliação. Você mede o que passou a diferenciar um bom engenheiro de software: direção, verificação e julgamento.




Nosso ecossistema de integrações profundas facilita a otimização dos seus processos de contratação técnica.










É a avaliação técnica em que o uso de assistentes de IA é permitido e declarado, em vez de proibido e escondido. Ela existe porque o trabalho mudou: a maioria dos times de engenharia já programa com Copilot, Claude ou Cursor no editor, e um teste que proíbe IA mede uma condição de trabalho que não existe mais na vaga. A pergunta certa deixou de ser "a pessoa programa sem ajuda?" e virou "a pessoa entrega mais e melhor com as ferramentas que o time usa?". Na Coodesh, a empresa decide por avaliação qual regra vale, declara no enunciado, e desenha as questões para medir o que importa em cada regime.
Três decisões de desenho. Primeira, a regra explícita: o enunciado declara que assistentes de IA são permitidos, o que tira a vantagem de quem trapacearia e alinha as condições para todos. Segunda, o problema certo: com IA liberada, exercícios de algoritmo clássico perdem sentido, porque a IA resolve em segundos; o enunciado passa a ser um problema com contexto, ambiguidade e restrições, em que o valor está nas decisões, não na digitação. Terceira, a etapa de defesa: na mesma avaliação, uma pergunta em vídeo ou uma entrevista conversacional com IA pede que o candidato explique as escolhas, aponte limitações do código e diga o que mudaria em produção. A entrega mostra o resultado; a defesa mostra quem dirigiu a ferramenta.
As competências que sobraram como diferencial humano, e que hoje separam um bom contratado de um ruim: decompor o problema antes de pedir, avaliar criticamente o que a IA devolveu, identificar o erro sutil que a IA cometeu com confiança, integrar as partes num todo coerente e explicar trade-offs. Os critérios de avaliação da questão são escritos para isso: qualidade e adequação da solução final, tratamento de casos de borda, e consistência entre o que foi entregue e o que o candidato consegue justificar. Um código impecável que o autor não explica vale menos que um código bom defendido com clareza, e a avaliação é montada para revelar essa diferença.
Dá para tornar visível, que é o que sustenta uma decisão. Se a regra da avaliação é sem assistentes, os recursos de integridade registram o que denuncia o uso: saída da aba e perda de foco da janela, colagem sem cópia anterior na mesma questão, texto inserido sem passar pela área de transferência (o botão de inserir de assistentes e extensões), segunda tela e ferramentas de desenvolvedor. O revisor vê cada evento na linha do tempo, com o conteúdo colado, e a gravação da navegação mostra o processo. A recomendação é usar o regime restrito só quando a função justifica, e dizer o motivo ao candidato; proibição sem propósito só aumenta abandono.
Podem, e é o desenho que mais aparece em processos maduros. Uma seção com IA liberada, com um problema realista, mede a produtividade assistida que a vaga vai exigir; uma seção curta sem IA, com fundamentos, confirma a base que sustenta essa produtividade; e a defesa em vídeo ou entrevista com IA fecha o conjunto. Cada seção tem peso próprio na nota final, então a empresa decide o que vale mais para aquela posição. O candidato passa pelas duas condições sabendo a regra de cada uma, o que é mais justo do que um regime único que favorece um perfil só.
Ao contrário: para a geração que já trabalha assim, o teste que proíbe é que soa desatualizado, e o que permite sinaliza como a empresa realmente trabalha. O ponto que importa é a clareza: a regra declarada no convite e no enunciado, o que será avaliado, e o aviso de que haverá conversa sobre a solução. A avaliação vira uma amostra honesta do trabalho, e isso melhora a taxa de conclusão e a qualidade da autosseleção, porque quem não quer trabalhar com IA descobre cedo que a vaga não é para ele, e quem domina a ferramenta tem onde mostrar.
Escolha uma vaga técnica em aberto e monte a avaliação em três blocos: uma questão de programação livre com um problema contextualizado e a regra de IA declarada no enunciado, uma questão em vídeo ou entrevista conversacional com IA pedindo a defesa da solução, e, se a função justificar, um bloco curto de fundamentos com integridade ativada. Defina os critérios de revisão pensando em julgamento, não em sintaxe, e use o Testar você mesmo antes de enviar. Os resultados chegam com a entrega, as gravações e os critérios pontuados para a sua revisão, e a comparação com o processo anterior costuma se resolver em uma ou duas vagas.