in

Papel de um designer UX/UI: confira a rotina deste profissional

Quando o usuário é o foco das atenções, o papel de um designer UX/UI é indispensável na equipe de desenvolvimento de uma startup da área de tecnologia. Isso porque ele(a) pauta seu trabalho na satisfação do cliente final. Com isso, a organização tem resultados muito melhores.

A demanda por profissionais designer UX/UI tem crescido muito nos últimos anos. Enfim, as empresas perceberam que mais importante do que o produto é a satisfação do usário.

Neste ponto, portanto, o(a) profissional dessa carreira pode dar sua contribuição junto com outras pessoas da equipe de desenvolvimento quando há o lançamento ou atualização de um novo produto, como um software, um site, um aplicativo ou uma plataforma on-line.

Você, por exemplo, se lembra quantas vezes sofreu para instalar um dispositivo, preencher um longo formulário e perder repentinamente todos os dados ou ainda perder horas para encontrar um simples botão no aplicativo?

Com o papel de um designer UX/UI isso dificilmente vai ocorrer, o que se reverte em muitos benefícios para a empresa. Portanto, aproveite a leitura completa deste artigo para saber como atua este(a) profissional e como buscar emprego na área.

O que faz um designer UX/UI?

Design é tudo, não é mesmo? Mas, infelizmente, só nos damos conta disso quando o produto é difícil de usar, tem poucas aplicações e funcionalidade zero.

Assista a esse vídeo com Bruce “Tog” Tognazzini (diretor do Nielsen Norman Group) para entender o quanto o designer é importante, até mesmo numa simples tigela.

Transportando isso para o mundo tech percebemos que o papel do designer UX/UI é garantir a melhor experiência do usuário em todas as etapas de utilização de um produto.

Portanto, UX significa User Experience. O trabalho gira em torno de demonstrar que, desde que a pessoa se interessou pelo produto, ela busca facilidade, funcionalidade e as respostas para as suas dores. Enfim, a empresa deve entregar esses resultados.

Enquanto isso UI quer dizer User Interface e atua conjuntamente com os conceitos de UX para criar interfaces amigáveis e ágeis na busca do usuário.

Quais são as principais skills desse(a) profissional?

O domínio das ferramentas certas é um dos requisitos para os(as) designers

Atuando lado a lado com a equipe de desenvolvimento, o UX/UI precisa desenvolver habilidades técnicas e comportamentais que farão diferença inclusive no desempenho do time.

Desse modo, se você está pensando em ingressar nessa carreira, deve notar que algumas características são mais bem recebidas entre os(as) tech recruiter. Logo, anote as soft e hard skills esperadas nesse(a) profissional.

Soft skills

  • empatia;
  • comunicação;
  • espírito de equipe;
  • criatividade;

Hard skills

  • conhecimento de softwares;
  • conhecimento de AdobeXD;
  • Figma;
  • HTML5;
  • CSS;
  • Git.

Em síntese, dificilmente um robô substituiria um designer UX/UI, pois ele nutre um olhar humanizado sobre tudo o que faz, colocando-se no lugar de quem vai usar o software.

Como está o mercado para esse(a) profissional?

O(a) profissional de designer UX/UI encontra um mercado promissor pela frente. Só para você ter uma ideia, a pesquisa da Nielsen Norman Group apontou que entre 1983 e 2017 o número de profissionais dessa área cresceu de 1 mil para 1 milhão. E, segundo as estimativas da empresa de consultoria, até 2050 o mercado vai absorver 100 milhões de profissionais de UX.

Hoje em dia, a quantidade de Devs que adere a essa profissão ainda é pequena. Conforme a pesquisa Developer Survey 2020, da Stack Overflow, 10,8% dos developers se dizem designers. O salário médio anual, segundo o mesmo estudo, é de US$ 47 mil.

Enquanto isso, no Brasil, a faixa salarial desse(a) profissional chega a R$ 7.564,00 mensal, como indica um levantamento do site LoveMondays. A profissão, portanto, ainda é mais requisitada em agências de criação de produtos e de publicidade.

Como a empresa obtém resultados com o designer UX/UI?

Como o mercado está voltando os olhares com mais atenção para o usuário, o papel do designer UX/UI está cada vez mais demandado.

Esse movimento de valorização do conceito dos produtos está muito ligado a algumas percepções mais recentes, como o User Centered Design, que é o conceito de design centrado no usuário.

Assim, o(a) profissional contribui com a organização através das suas tarefas diárias de verificar a usabilidade dos produtos. Nesse sentido, confira algumas vantagens indiretas do designer sobre os resultados finais da empresa:

  • melhora na experiência do usuário e a percepção dele perante a empresa;
  • a consequente fidelização do usuário;
  • mais eficiência na produção;
  • crescimento da lucratividade;
  • melhora geral na percepção da empresa.

Conclusão

Certamente sabemos que o papel de um designer UX/UI é uma peça importante na engrenagem de uma equipe de desenvolvimento, que conta com developers de outras stacks.

Mas é bom lembrar que os demais Devs também precisam conhecer o conceito de design para oferecer bons produtos. Isso porque o design está presente em todos os aspectos de criação de sites, aplicativos e softwares.

Portanto, se você deseja atuar nesta área, saiba que a tendência é de aumento na procura por mão de obra especializada. Além disso, há uma grande oferta de cursos, livros e eventos no segmento.

Sendo assim, enquanto você se aprimora na carreira, confira como está a oferta de vagas neste setor. Enfim, basta entrar no site da Coodesh para pesquisar vagas de designer UX/UI abertas pelas startups e empresas.

Assim, você pode verificar os requisitos exigidos pelas empresas que têm demandas nesta área para ir se aperfeiçoando.

Lembre-se que a Coodesh é uma startup de recrutamento e seleção de Devs e demais profissionais que compõem as equipes de desenvolvimento. Nós otimizamos o tempo dos(as) hunters com soluções em recrutamento, entrevistas técnicas, testes comportamentais em parceria com a Sólides e tech challenges a fim de encontrar os melhores talentos para as empresas.

Siga-nos no LinkedIn e veja os nossos anúncios de vagas de emprego.

Escrito por Gizele Silva

Formada em Jornalismo pela UEPG e especialista em Mídia e Política. Experiência de 18 anos em jornalismo diário. Desde 2017, atua com Marketing de Conteúdo. Atualmente, sou produtora de conteúdo da Coodesh.

Cultura home office: vantagens e desafios para Devs e equipes tech

O que é bug?