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Qual é o papel de um Full-stack numa startup?

Você tem dúvidas da importância do papel de um(a) Full-stack no time de desenvolvimento de uma startup? Pois saiba que a carreira é uma aposta certa de sucesso. Isso porque a função tem sido mais requisitada nas empresas que têm metas bem definidas de crescimento. Nesse sentido, saiba mais sobre a carreira do(a) profissional dentro de uma startup acompanhando a leitura deste post.

A transformação digital, impulsionada ainda mais pela pandemia da Covid-19, aumentou a procura por pessoas desenvolvedoras. Paralelamente, também causou o crescimento no número de startups. Para se ter uma ideia, a estimativa é que até meados de 2024 os negócios vão precisar de 420 mil Devs de diversas áreas, segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups).

Entre os(as) profissionais, estão as pessoas desenvolvedoras Full-stack, que são o foco deste artigo. Por essa razão, a função é a preferida da maioria dos developers que estão ingressando no universo de desenvolvimento de softwares. Essa percepção é comprovada pela pesquisa Stack Overflow Developer 2020.

Ela apontou que 54,9% dos Devs de todos os continentes que responderam ao questionário são Full-stack. Desse modo, esse time ocupa a segunda posição na pesquisa, atrás apenas de Back-end developer. Outro detalhe é que nos Estados Unidos, 58% das pessoas desenvolvedoras seguem a carreira de Full-stack.

Mas qual é o papel de um(a) Full-stack? Quais são suas habilidades? Será que a vale a pena investir nessa carreira? Confira mais informações no próximo tópico.

O que é um(a) Full-stack developer?

Certamente, você já tem uma noção do termo, mas acompanhe a leitura deste trecho para saber mais a fundo.

O termo full-stack foi usado pela primeira vez em 2010 por Carlos Bueno, engenheiro do Facebook. Resumidamente, ele representa o profissional dois-em-um, que trabalha em projetos que utilizam Back-end, Front-end e outros, como banco de dados.

O papel do(a) Full-stack developer é muito desejado em startups, pois eles(as) podem promover soluções em vários projetos. Geralmente, a pessoa começa trabalhando como Front-end e depois vai adquirindo conhecimento até se tornar um Full-stack.

Mas para compreender melhor o termo é necessário lembrar da função do Front-end e do Back-end. Afinal de contas, o Full-stack reúne habilidades exigidas nessas duas áreas.

Front-end

O Front-end developer é o profissional responsável por tudo que está visível ao usuário na área de desenvolvimento web, ou seja, em sites e aplicativos. Portanto, todos os conteúdos visualizados na tela são desenvolvidos no front-end.

Back-end

Ao contrário do front-end, o back-end consiste em tudo o que está na parte de trás de sites e aplicativos. Enfim, ele envolve o uso de linguagens de programação do servidor que irá utilizar dados disponíveis na web.

Desse modo, o papel de um(a) Full-stack é atuar nas duas facetas para entregar as funcionalidades desejadas do produto da startup ou do cliente.

Devido à versatilidade desse(a) profissional, o termo Full-stack acabou se disseminando de maneira mais ampla no mundo corporativo. Assim, profissionais full-stack são vistos como aqueles que têm uma visão 360º do projeto e das tarefas em geral de uma startup ou empresa.

Quais são as responsabilidades de um(a) Full-stack developer?

pessoa desenvolvedora full-stack
A pessoa desenvolvedora Full-stack pode atuar em todas as etapas do projeto

Como você viu até aqui, o papel de um(a) Full-stack developer numa startup é indispensável porque o(a) profissional contribui em projetos de diferentes tipos e em várias fases.

Sendo assim, confira algumas das responsabilidades que fazem parte da rotina de uma pessoa desenvolvedora dessa carreira:

  • atuar no front-end e no back-end no desenvolvimento web;
  • compreender todo o processo de criação, manipulação e consulta de bancos de dados;
  • entender a infra-estrutura referente ao hardware, como definir o sistema operacional a ser instalado;
  • codar em front-end em mais de um idioma, assim como de back-end;
  • gerenciar projetos a partir de uma visão integral dos processos e etapas, conhecendo inclusive a metodologia utilizada, como Scrum ou XP, por exemplo.

No entanto, é bom ressaltar que as responsabilidades também estão atreladas ao grau de experiência do(a) developer. Por consequência, profissionais do nível Júnior têm uma atuação mais operacional.

Na medida em que aumenta a sua experiência no acúmulo de projetos desenvolvidos ao longo da sua carreira, cresce também a sua competência. O que leva, assim, a pessoa desenvolvedora para o gerenciamento de projetos e outras funções.

Tecnologias

Dessa maneira, conheça (ou relembre) agora algumas tecnologias mais cobradas de profissionais Full-stack, divididas conforme o desempenho no front e no back-end:

Front-end

  • CSS;
  • HTML;
  • JavaScript (aplicado no conteúdo dinâmico do site ou aplicativo, como formulários).

Back-end

  • PHP;
  • SQL (usada na comunicação com bancos de dados);
  • JavaScript.

Ressaltando que estas tecnologias são as mais básicas e que, portanto, são cobradas em qualquer startup. No entanto, no papel de um(a) Full-stack, outras linguagens podem ser cobradas dependendo da área de atuação do negócio.

Conclusão

Em suma, o papel de um(a) Full-stack numa startup na participação em qualquer tipo de projeto e no atendimento de várias demandas fazem deste(a) profissional uma pessoa tão procurada nos processos de recrutamento tech.

Nesse contexto, se você está começando agora como Full-stack developer ou se já tem bastante experiência na área confira como está o mercado na área.

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Escrito por Gizele Silva

Formada em Jornalismo pela UEPG e especialista em Mídia e Política. Experiência de 18 anos em jornalismo diário. Desde 2017, atua com Marketing de Conteúdo. Atualmente, sou produtora de conteúdo da Coodesh.

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