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Recrutamento tech: quais são as principais dores das empresas?

Recrutamento tech: o sucesso ou fracasso desse procedimento pode influenciar nos resultados finais da empresa. Por essa razão é tão importante dedicar um capítulo especial à essa etapa. Mas como fazer isso quando a empresa não tem um RH especialista em tecnologia?

Obviamente, sem desmerecer o departamento de contratação da empresa, é bom lembrar que o recrutamento tech exige conhecimento técnico. Ele é direcionado para o preenchimento da vaga, que tem uma média salarial mais alta que nas demais funções.

Além disso, o processo pode ser mais demorado que nos outros departamentos. Afinal de contas, é importante incluir entrevista técnica e teste prático envolvendo a pessoa candidata.

Sendo assim, por exigir conhecimento técnico, apresentar faixa salarial superior e ser mais demorada, é comum que muitas empresas enfrentem dificuldades. Aliás, os entraves começam na divulgação da vaga e vão até a seleção.

Mas não se preocupe. Neste artigo vamos abordar melhor quais são as principais dificuldades no recrutamento tech e as maneiras de eliminar as barreiras.

Dores no recrutamento tech: veja os 5 principais pontos fracos das empresas

1.Falta de tempo

Muitos empreendedores lançam uma startup com uma solução incrível para o mercado. Mas, com o passar do tempo, percebem que precisam de uma pessoa desenvolvedora fixa.

Contudo, como a empresa tem quadro de funcionários reduzido, o gestor fica sobrecarregado com as demais funções. Assim, falta tempo para contratar um (a) DEV qualificado, ainda mais se ele (a) for ocupar uma função de nível Pleno ou Sênior.

Nesse sentido, uma boa saída é a terceirização. Dessa maneira, coloca-se nas mãos de uma consultoria especializada a missão de encontrar o (a) developer para a vaga.

2.Falta de conhecimento técnico

Imagine a seguinte situação: você é responsável pelo recrutamento tech e de todos os demais setores da empresa. Então, é comunicado (a) pelo (a) seu (sua) superior (a) que precisa contratar uma pessoa desenvolvedora Front-end React.js com domínio de TypeScript.

Como você faria o anúncio da vaga, como entrevistaria a pessoa candidata, como montaria o teste para comprovar as competências descritas no currículo?

Assim, o caminho seria pedir ajuda ao (a) supervisor (a) da equipe de Tecnologia da Informação (TI) ou desenvolvimento. No entanto, quando ainda não há um (a) profissional dessa área internamente, é importante recorrer a uma agência especializada.

Do contrário, você pode realizar uma contratação sem a devida apuração das hard skills ou ainda contratar um (a) profissional do nível Júnior enquanto que a vaga demanda uma pessoa mais experiente e autônoma.

3.Não saber onde anunciar a vaga para ter melhores resultados

As redes sociais são indispensáveis na contratação de novas pessoas na equipe. Isso é fato. Porém, como e onde anunciar a vaga de emprego no recrutamento tech? Enfim, onde “habitam” os developers para serem impactados pelos anúncios das vagas para DEVs?

De modo geral, o LinkedIn continua sendo uma boa saída. Mas ainda há muitas empresas, inclusive voltadas à tecnologia, que anunciam as oportunidades no Facebook e Instagram. Essas redes não são as mais apropriadas para vagas de emprego.

Além disso, as comunidades para DEVs no Slack e no próprio WhatsApp são canais mais direcionados.

4.Desconsiderar a faixa salarial da categoria

Segundo o levantamento do site Glassdoor, o salário médio de um DEV é de R$ 4.557,00 no Brasil. Certamente, o valor varia conforme o nível de experiência e o perfil da pessoa desenvolvedora. Sendo assim, as empresas não conseguem contratar profissionais Pleno ou Sênior com salários muito inferiores a esse.

Isso porque há um volume grande de vagas abertas no mercado. Nesse sentido, os developers conseguem escolher as vagas e os projetos que mais lhe agradam.

5.Dar preferência para vagas presenciais

equipe de trabalho reunida em frente a um notebook
Algumas empresas preferem vagas presenciais, porém
reduzem as possibilidades dependendo da tecnologia

A pandemia que marcou o ano de 2020 demonstrou que é possível desenvolver o trabalho remoto sem comprometer a produtividade. Entretanto, isso ainda não é consenso. Afinal de contas, há gestores que veem mais vantagens no formato híbrido ou até mesmo defendem o trabalho presencial.

Mas quando pensamos nos times de desenvolvimento é bom ressaltar que as possibilidades de recrutamento tech ampliam-se quando a empresa prioriza as vagas home office.

Isso porque, dependendo das tecnologias exigidas pela vaga, os hunters conseguem encontrar mais pessoas candidatas qualificadas quando abre-se o leque para as vagas remotas.

Sendo assim, antes de anunciar uma vaga no recrutamento tech é bom avaliar profundamente até que ponto ter um (a) profissional no escritório é relevante ou ainda se o trabalho remoto resolve as dores da empresa no atual momento.

Por consequência, como você percebeu, as dificuldades para contratar desenvolvedores (as) são variadas. Mas elas ganham maior peso quando lembramos que as equipes de desenvolvimento são pilares importantes das empresas, principalmente daquelas que oferecem soluções tecnológicas para o mercado.

Sendo assim, aproveite para ver no próximo tópico algumas sugestões de como encontrar bons developers para as atuais e as futuras vagas da sua empresa ou startup.

Recrutamento tech: onde encontrar bons developers?

Além da dificuldade de recrutar profissionais de desenvolvimento, uma pesquisa da Manpower mostra que 40% das empresas não conseguem encontrar pessoas qualificadas para as vagas.

Veja, portanto, onde encontrar bons developers, seja em seu “habitat natural” ou por meio de consultorias especializadas.

  • Redes sociais: há comunidades focadas em profissionais de desenvolvimento no LinkedIn, Github e Slack. Assim, é possível aumentar a sua rede de contatos e construir uma boa base de pessoas desenvolvedoras.
  • Meetups: são encontros informais focados em uma área ou tema específico da tecnologia;
  • Eventos: feiras, congressos e palestras sobre tecnologia costumam atrair pessoas candidatas à área tech. Nos intervalos e nos grupos de discussões dá para construir momentos de networking. Por certo, na pandemia de 2020 os encontros presenciais cessaram, mas os chats das lives continuaram sendo uma boa oportunidade para conhecer pessoas nessa área.
  • Programas internos: algumas empresas, principalmente as de maior porte, realizam programas internos de capacitação de estagiários e trainees. Desse modo, conseguem criar um banco próprio de talentos, embora o investimento seja mais alto, e os resultados mais demorados.
  • Criação de vagas inclusivas: a diversidade é um tema abordado no recrutamento tech de empresas de todos os setores. Por conta disso, criar vagas inclusivas para mulheres, pessoas negras ou LGBTQI+ geram mais engajamento e retorno para a pessoa recrutadora.  
  • Hackathons: eventos como esses reúnem pessoas desenvolvedoras em torno do desenvolvimento de um novo software, outros desafios e atividades geek.
pessoas reunidas em evento informal
Meetups e encontros para DEVs são oportunidades para o networking

E, então, com essas dicas já é possível aumentar a sua base de contatos para contratar DEVs, não é mesmo? Mas, é claro, que elas também dependem de tempo e ações focadas.

Conclusão

Por conta disso, muitas empresas preferem transferir essa missão para empresas de assessoria e consultoria de recrutamento tech. Justamente por isso, a Coodesh vem ao encontro da expectativa de empresários que querem construir equipes de desenvolvimento mais competitivas.

A startup possui plataforma própria e equipe voltadas ao recrutamento tech, incluindo a análise das hard e soft skills das pessoas candidatas, fornecendo assim todos os subsídios para a tomada de decisões da empresa contratante.

Em suma, o recrutamento tech possui particularidades que não podem ser desprezadas pelas empresas e setores de RH. É importante conduzir esse processo com a observância de todos os detalhes técnicos e essenciais para chegar a uma contratação bem-sucedida.

Portanto, se a sua escolha for terceirizar o recrutamento da área tech da sua empresa, converse com a equipe da Coodesh. Entre em contato e peça uma demonstração.  

Escrito por Gizele Silva

Formada em Jornalismo pela UEPG e especialista em Mídia e Política. Experiência de 18 anos em jornalismo diário. Desde 2017, atua com Marketing de Conteúdo. Atualmente, sou produtora de conteúdo da Coodesh.

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